domingo, 19 de dezembro de 2010

Sabedoria imortal - Fanfic Senhor dos Anéis

Certa vez chegou a um povoado distante relatos sobre a grandiosa sabedoria dos antigos reinos élficos. O senhor daquele povo um homem austero e tosco sabendo que seus dias como regente estavam por se esgotar enviara seu filho mais velho para tomar lições com os antigos mestres na tradição do poente. O príncipe agora retorna a morada de seu pai com uma expressão pesarosa faz o relato de sua jornada.

- Então meu filho, herdeiro de meu trono a quem caberá guiar os passos de nosso povo. O que aprendeste com a sabedoria dos Eldar? Permita que teu velho e cansado pai tenha ao menos um vislumbre do que aprendeste.

O jovem príncipe envergonhado por ter fracassado abaixa a cabeça e responde ao Pai:

- Meu estimado pai, que apesar de rude sempre me guiou na direção à luz do conhecimento antigo, não obtive nenhum conhecimento dos primogênitos.

O rei então coça o cavanhaque grisalho com o cenho franzido ordena:

- Conte-me tudo o que aconteceu e deixe que eu mesmo julgue e decida se tua contenda foi vã.

O príncipe passa ao relatório. – Logo que cheguei fui muito bem recebido por todos, todos se puseram a falar comigo e até tocaram minha face...

Logo fui admitido nos salões sem nem sequer precisar minha linhagem ou origem. Sempre que me comunicava o fazia em nosso idioma e eles nunca demonstraram nenhuma dificuldade em compreendê-lo, mas entre si usavam o seu próprio.

E estando na presença deles enquanto conversavam podia perceber o sentido das coisas que falavam e até entender o que queriam dizer. E todas as conversas eram habilmente registradas por um mestre menestrel que redigia grandiosos tomos em sua escrita.

No entanto sempre que buscava algum ensinamento prático que pudesse alavancar nosso modo de vida era me dito que buscasse aprender com os primeiros registros feitos, já que as conversas que tinham eram todas produto de resoluções passadas.

Na primeira vez que adentrei aos salões do conhecimento, vi prateleiras infindáveis cheias de tomos e pergaminhos sobre todos os assuntos possíveis, e pela primeira vez tive um vislumbre do que significa ser verdadeiramente imortal.

Disse ao guardião que gostaria de aprender sobre agricultura já que nosso povo passa por maus bocados quando chega o inverno. Vi surgir diante de mim uma infinidade de possibilidades, mas quando fui deixado a sós com tudo aquilo percebi o quão distante aquele conhecimento estava de mim.

Apesar de compreender o que diziam os Eldar, eu não era capaz de ler com eficiência sua linguagem escrita e pensando que levaria mais tempo para aprender a ler do que o senhor teria de vida. Temi pelo destino de nosso povo e esse temor nunca me abandonou, e sendo assim não pude aprender e sendo eu um príncipe dos homens não consegui admitir publicamente meu analfabetismo.

Retorno apenas com canções em minha mente, pois fracassei em aprender qualquer coisa que tenha alguma utilidade prática.

Ao ouvir o relato do filho o rei fica alguns momentos em silêncio, para em seguida aconselhar seu herdeiro:

- Não se desespere, pois conquistaste uma vitória imensa sem nem ao menos ter dado conta. Diferente dos Eldar, nossos dias sobre a terra são limitados e este é o maior presente de Eru para a raça dos homens. Graças à mortalidade vivemos com mais intensidade, vivemos ainda por nossos grandes feitos e em nossos filhos.
Procure sabedoria dentro de ti meu filho e veja o que aprendeste, veja que nas canções vive a sabedoria ha muito compilada. Veja lhe foram mostradas não uma mais duas formas de preservar o conhecimento. Nada lhe foi negado, através das canções tu aprendeste os primeiros mistérios da língua. Já o conhecimento prático precisa ser armazenado em tomos para que não se desgaste entre uma conversa e outra.

Em breve tu serás rei e poderá mostrar a nossos menestréis como cantar com palavras de sabedoria, e a partir de agora todas as nossas conversas importantes serão registradas para que nós não venhamos a nos repetir.

Teu filho diferentemente de ti terá um pai mais sábio, e quando chegar à época de sua alfabetização convide alguns dos amigos que fizeste entre os Eldar a passar uma temporada junto de ti. Eles com prazer ensinarão a teu filho e aos da geração dele como ler e escrever na língua do povo antigo.

Assim a sabedoria que buscamos passará ao nosso povo no tempo certo, sem  que o conhecimento fracionado seja mal utilizado.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Bem vindos ao palácio...

Anos 80 no Rio de Janeiro, o processo de abertura democrática a pleno vapor e uma onda de transformações que alardeavam a chegada da tão sonhada era de aquário. Os 80 no rio eram como os 60 foram para o resto do mundo. Com os militares cedendo pouco a pouco e o povo indo para as ruas a procura de liberdade, a procura de felicidade.
Talvez tenha sido aquela época em que a cidade atingiu seu auge, talvez nesses anos de abertura democrática como em um alvorecer numa noite quente de verão os astros tenham favorecido aqueles que estavam lutando para trazer para a realidade todas as utopias que povoam nosso imaginário de jovens idealistas. Mesmo onde a vida é feia, mesmo tão perto da boca do lixo a esperança florescia com a chegada de uma nova era, um novo Aeon. E nesse Rio de Janeiro onde começa a nossa estória.
Sabrina era a mais famosa putinha do Rio nos anos 80, agradava tanto aos homens da alta sociedade que eles haviam montado um pequeno palacete para ela, e lá ela edificara seu mundo, no palácio, ela era a rainha...
Mas o palácio não era um bordel qualquer, em verdade não era mesmo um bordel. Era a casa de Sabrina, um grande imóvel em Laranjeiras com doze quartos bem distribuídos. O palácio como Sabrina gostava de chamar tinha sido todo reformado para abrigar um cassino que funcionou clandestinamente por décadas, mas com alguns militares querendo o imóvel ele foi rapidamente desocupado, tudo graças à lei de segurança nacional e o AI-5.
 Depois foram quase duas décadas de portas fechadas até que algum milico tinha se lembrado do velho sobrado e quis dá-lo de presente para Sabrina. Ela ficou muito grata e sempre soube agradar convenientemente o velho general, que na maioria das vezes contentava-se em chupar aquela xoxotinha rosada. Depois que Sabrina foi morar lá o general já com certa idade acabou cedendo e permitindo que ela recebesse visitas, preocupado com o futuro da rapariga ele visitava sempre a casa e dava uma dura em qualquer um que quisesse freqüentar a cama da sardenta, parecia uma espécie de pai ciumento.
Logo Sabrina deu abrigo a uma amiga, e outra até que eram quase uma dúzia delas vivendo no sobrado, só podiam freqüentar a casa de Sabrina aqueles que as meninas convidassem ou aqueles com dinheiro e posição social relevante. O jogo voltava a casa, que sob um olhar despreocupado não levantava suspeitas sobre a natureza do que se fazia ali dentro. Havia sempre um carro de polícia na porta fazendo a segurança das meninas, não tardou para que os policiais que montavam guarda também passassem a freqüentar as meninas e a alta roda.
O tempo foi passando e os patronos do sobrado transformaram aquele sobrado em um verdadeiro palácio, as meninas sob a tutela de Sabrina mantinham-se sempre bonitas e bem dispostas, sempre lhes era recomendado só subir com aqueles que elas realmente estivessem com vontade. E nada era cobrado por isso desde que o garanhão em questão fosse amigo da casa e um de seus patronos, aquilo era praticamente um clube prive, às vezes eram celebradas festas sem que os demais convidados soubessem que estavam em uma casa de tolerância. Era um lugar de muita classe o Palácio.
  Sabrina era uma dessas pessoas que por mais que esteja chafurdando na lama, nunca perde aquele brilho no olhar... E como os olhos de Sabrina brilhavam... Ela tinha aquele jeito meigo de falar ainda arrastando o falso sotaque francês que havia adquirido de sua antiga protetora madame Desiree. Sabrina era baixinha tinha cerca de um metro e sessenta. Ruiva sardenta com dois olhos azuis que mais pareciam pedaços do céu em suas órbitas. O corpo bem delineado tal qual o de uma adolescente.
Mas o que mais atraia os homens era o jeito menina sapeca e cheia de sonhos, Sabrina tinha um ar leve de quem não presta atenção no lado podre da vida e essa qualidade tornava aquela menina um tesouro raro entre tantas jóias que esmorecem. Tanto que todos os clientes fizeram questão de colaborar com uma quantia substancial para reformar aquele sobrado, naquele templo uma arredoma, onde se nutria a esperança de que a rosa mais bela do Rio de Janeiro fosse preservada do longo inverno.
 E por um tempo foi bom, por um tempo o plano funcionou, mas a vida é cheia de amarguras, disseram depois em muitas rodas de viola que o anjo da morte havia se apaixonado por Sabrina também e levou-a para morar consigo no além...
Mas estou me adiantando, vou contar as estórias de Sabrina e do palácio em um momento conveniente, por agora vamos nos focar nos filhos dos palácio, como todo bordel existem sempre os filhos das putas que acabam nascendo e crescendo ali, mas o palácio não era um bordel comum, nem mesmo era permitido que se chamasse aquela casa de bordel, aquele era um clube de cavalheiros. Um lugar onde o jogo ainda era tolerado pelas autoridades, a bem da verdade eram as autoridades que iam para lá jogar poker, black Jack sem falar que ali eram feitos a maioria dos acordos políticos na cidade.
 E Sabrina gostava disso e vez ou outra também acabava participando das conversas, aqueles que menosprezam o poder de barganha de uma fêmea em disputa geralmente acabam sendo derrotados.
Assim estava montado o palco que traria a luz nosso personagens principais, o palácio, apesar de sua rainha perecer ante o inverno, continua lá na mesma rua de Laranjeiras e seus filhos e filhas continuam mantendo a memória daquela época viva na mente e nos corações dos que ali adentram...

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Noticias de uma guerra por corações e mentes...

Eram três da tarde naquele dia nublado de novembro, enquanto a cidade toda preparava-se para declarar lei marcial contra a marginalidade terrorista. Havia muita manipulação de massas promovida pela rede bobo em conluio com a velha guarda do jornalismo que agora tinha conseguido reeleger Junior Cabron para o governo do estado. As coisas não estavam boas naquela semana, como se obsediados por forças demoníacas, ou subjugados por uma influência irresistível as pessoas tornavam-se histéricas e irracionais.

Questionavam seus próprios olhos e concordavam com absurdos ilógicos que não paravam de ser criados pelos ancoras de TV, e que eram reproduzidas e amplificadas pelas pessoas na internet.

Nesse clima de histeria coletiva Galego no ponto de ônibus pega uma van em direção ao centro da cidade. O motorista da van aparentemente novo na linha não estava acostumado com o ritmo frenético que passageiros como Galego esperam, ele vinha dirigindo um pouco abaixo do limite de velocidade, em qualquer outro dia Galego ficaria irritado entraria naquela Bad do atraso, o stress o faria travar o semblante enquanto conversas normais ganhariam um tom mais ríspido ainda mais se fosse o motorista lento que as inicia-se.

 Mas não nesse dia, nem nessa semana, Galego não sabia bem quem dinha dito a pérola perto dele, talvez um mendigo, ou um daqueles hipies que ficam ali perto do cine odeon, não sabia quem mas alguém tinha dito:

“- O bagulho ta sinistro irmão...”

Mas de fato nada disso afetava Galego, ele tinha ao longo do tempo aprendido ver os movimentos do sistema, cada manchete de jornal não era uma manchete era uma forma de passar um conceito, ele via as mensagens subliminares, implícitas e explicitas que as pessoas comuns, mesmo as esclarecidas e as intelectualmente arrogantes não costumavam ver.

Essa era uma das habilidades de Galego que costumava chamar de super poder ou de mutação. Mas não havia nada demais naquele olhar perspicaz que não pudesse ser aprendido ou ensinado, Galego a todo o momento tentava fazer as pessoas enxergarem o mundo como ele, e haviam alguns amigos que acabavam vendo, quase como no Matrix.

Dentro da van, com o ar condicionado ligado e algum espaço sobrando, o motorista escutava um mixórdia de pagode impossível de identificar, ainda mais agora que uma morena lindíssima havia acabado de entrar e havia se sentado ao lado de Galego na van. Ela poderia ter sentado em outro banco, onde não encostaria aquelas coxas bronzeadas pelo sol e talhadas na academia nas pontas dos dedos de Galego que repousavam sobre sua perna. Ela percebendo o toque não intencional ruborizou e fez aquela cara de quem vai pedir desculpa, mas quando Galego olhou em seus olhos aquele sorriso safadinho de menina levada não demorou para surgir no canto de sua boca, logo o sorriso ficou largo e aquela mulher que já era espetacular ficou ainda mais iluminada.

Os dois trocam algumas palavras chave e o clima de azaração fica no ar como se dois cães no cio estivessem sentindo o cheiro do sexo um do outro.

Eis que o telefone dela toca, alguém talvez a mãe ou alguma amiga liga pra morena, e diz que está acontecendo um tiroteio na saída da Ilha. Ela então frisa o cenho e entra naquele estado de pânico velado que as pessoas já estão se acostumando a conviver.

Galego pergunta o que houve, ela diz o que lhe disseram estar acontecendo, mesmo com a assertiva dele, mesmo com os olhos dela olhando a saída da Ilha, que está totalmente tranqüila sem nenhum transito ou bliz ou qualquer barulho que confirme o alarme... mesmo assim ela paga a van desde e volta pra casa.

Galego se frusta e puxa assunto com o motorista que aumenta o som... é Bezerra da Silva...

domingo, 21 de novembro de 2010

VERBORRAGIA VOMITOLÓGICA: Lucy in the sky’s with diamonds...


Todo ser humano tem o direito de viver de acordo com o que acha certo...

desde que aquilo que ele acha da vida não prejudique a vida do outro...

Direito a opinião se a opinião não for propaganda…

Dizer o que pensa, ser o que é, não pode ser motivo de vergonha nem de baixa auto estima…

Não pode existir crime de opinião em uma sociedade…

Não pode haver crime moral…

ou julgamento moral…

A moral não deveria estar escrita ou ser levada em consideração por quem presta jurisdição…

Do contrario não poderá haver poder jurisidicional justo e equilibrado

O direito a crer quer, seja numa religião...

numa ideologia…

ou no que quer que seja!

não pode ser crime...

Democracia… não permitimos que estilos de governo não democratigos governem ou tenham voz…

Mas o mero pensar de forma contrária aos preceitos democraticos...

Não deve ser crime…

O espirito libertário que vive no direito de se pensar, de ser, de crer, de querer viver de forma diferente…

Uma vez que deixado de lado…

Fere de morte a propria essencia do ser livre…

E um regime sem liberdade não pode ser chamado de democracia…

Posso não concordar com o que você fala, mas estarei sempre disposto a ouvir...

Mesmo coisas de quem não ouve a ninguem...

DISCRIMINACAO SOCIAL, e XENOFOBIA são coisas diferentes…

...Apologia e ação afirmativa também...

X_X_X_X_X_X_X

O fraco sempre demonstra sua fraqueza…

O fraco é que depende de um adversário minado para ser o vencedor…

Pensem como os mojes na clausura e gosem como putas no puteiro…

Até que os mojes se tornem incubus e as putas santas imaculadas

Vivam seus proprios credos sigma o próprio Dharma…

Nunca te vi mas sempre te amei...

Longe dos olhos longe do coração…

Ve mas não se envolve…

Se envolve e se envergonha...

Quem faz aquilo que não considera certo?

Quem erra por fraqueza de caráter?

Quando é que rebeldia tornou-se sinonimo de heresia???

Quando é que a moral tornou-se um dogma tão venerado quanto a religião???

Enquanto calcificam as rachaduras da hipocrisia...

...E alimentamos nossos pré conceitos

Feitos lesmas crescendo no monte de merda que se acumula na cabeça...

...Libertem seus demonios antes que eles  apoderem-se de suas almas

Enquanto pasmos ficamos a merce das frias mãos do tempo...


...Por que a morte une todos com o seu abraço frio e confortavel
  

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Grandes questões em uma viajem...

Galego chegou em casa cansado do trabalho, ele passa no mercado e compra alguma weed pra temperar o fun de noite, após a manufatura e a caburação ele fica mais tranquilo e senta no computador para escrever, depois de um tempo pensando no monte de coisas que queria e que não sabia por onde começar ele acente um incenso e comunga com o cosmus...

Estando em estado de alfa ele busca aquilo que mais interesse e acaba entrando na internet para relaxar e gastar um pouco aquela onda, numa dessas ele abre sua caixa de email e lá está um email de Cabeça, um grande amigo de infancia que foi morar em pádua na italia e os dois tem projetos literários em conjunto de alguns outros amigos do grupo de RPG.

Enquanto isso a TV reprisa uma das entrevistas mais famosas do célebre físico Stephen Hawking... grandes questões...


Cabeça pergunta a Galego na lista de emails:

- Tá então beleza cara, mas como você vai fazer com a questão da religião no seu mundo?

Galego então responde e coisa vai assim:

Recriarei as religiões misturando um pouco elas para descaracterizar, apesar disso os arquétipos das principais deverão ser inseridos no cenário. Não por seus deuses, mas pelas práticas dos religiósos e fiéis, (no momento estou emanconhado) portanto se continuar dissertando meu estado tonar-se-á evidentemente e obcenenamente talvez propositalemte identificavel senão ininteligivel.

Por isso escrevo como Se aquele doidinho do fíSico S.HankinS com aquela vozinha de viado estiveSSe falando. MaS ele é eScroto e prefere Só pra te irritar fica usando a voz escrota de robô. EScroto vai tomar no cu... neSSe Seu cu ridiculo e aleijado Seu merda de físico viado! Por que seu filho da puta sádico de merda. Qualquer peSSoa do mundo tem uma porra de som de voz mas agradavél do que aquele Som robótico eScroto que o aleijadinho fica uSando. E to pouco me fudendo, só queria que agora a minha mente não estivesse com a mesma vozinha de robô... tudo por que a bicha loca do buraco negro do universo enfiado no cu, não pode escolher algum normal para dublar aquela merda que ele fala... aquilo é uma gravação porra !!! O cara podia falar com a voz do Brad Pitt nessa merda !

Opa passou ahahahah agora to com aquele efeito escroto de voz quando neguinho puxa um hélio, ta ligado aquela voz escrota meio fanha ou desenho animado muito louco?

Caralho, tipo uma cilada para roger rabit, como eu queria ter podido bater uma punheta na primeira vez que vi aquele filme, mas infelizmente eu ainda era muito novo e fiquei só na vontade. Mesmo com o pau duro não adiantava nada ficar esfolando o rabanete, eu devia ter uns nove anos e ainda não conseguia gosar.

Estou muito doido nessa porra, por que fumei, fumar deixa a gente doidão, porra alguem nessa merda bebe pra ficar sóbrio, só os pau no cu que inventaram aquela cerveja Kronebier, tipo porra se não quer ficar bebado não bebe cerveja nessa porra! Pior do que isso só mesmo os arrombados que inventarm o café descafeinado, porra num fode cara!

Se é descafeinado não chame essa porra de café ou porra tire ou bote nome da subistancia que dá o nome ao seu produto nele CAFÉ sem cafeima só não é pior do que a coca diet, inferno imaginem só... coca-cola se bebe apenas por que é divertido apenas por que é gostoso.

 E por causa da merda da marca neguinho continua bebendo coca-cola diet um produto que a unica coisa que tinha de bom foi tirada, a unica coisa de bom da coca é o fato de ela ser muito engordativa aka doce ak divertida, a merda da glicose tem até um efeito modificador no comportamento... caralho quem bebe coca-zero é um capado. Por que podia beber menos coca e continuar bebendo a boa se simplesmente resolvesse malhar.

Acho que esse texto vai pro blog de alguma forma, kissefoda então é isso ai... to só bolado do dia que inventarem a maconha sem THC... Merda odeio gente hipocrita !

terça-feira, 9 de novembro de 2010

VERBORRAGIA VOMITOLÓGICA: Faca na caveira...

HIEROFANTE MAHAGATHA

Freqüentemente somos questionados a respeito de um projeto de poder hegemônico no Brasil, está é uma questão suscitada desde os idos da independência. Quando D.Pedro conspirava com a maçonaria paulista meios de libertar o Brasil das cortes portuguesas que naquela época haviam tomado o poder de D João na revolução do porto.

A questão é, que sempre há o burburinho de algum setor da sociedade brasileira, sobre um golpe de Estado ou uma revolução. Ao contrário do que pode parecer a um olhar estrangeiro, o Brasileiro é um povo extremamente arrivista e disposto a usurpar o estado em favor de sua pequena ideologia ou interesses pessoais. Pode-se observar isso freqüentemente na maneira como o cidadão médio não tem o menor respeito pelo bem público. Ou pelo erário público, o que é de impostos é perdido... assim como eram os impostos pagos a metrópole portuguesa, o povo Brasileiro apenas trocou de dono mas continua escravo. Continua vil e indolente.

Ao contrário do que possa parecer não há e nem nunca houve um profundo sentimento de identidade nacional no Brasileiro e os brasileiros não são um povo pacifico, já é muito otimismo chamar os brasileiros de povo. Ocorre que nossas guerras são internas, sejam as políticas ou as armadas e elas vem sendo travadas aqui dentro do território nacional sem que os civis que no brasil habitam sejam levados a entender, os civis em uma guerra raramente entendem o que as motiva. E os civis que vivem constantemente uma guerra acabam se habituando tanto a matança que nem percebem estar vivendo uma guerra.

Para citar exemplos cotidianos e da falta de entendimento civil/popular a respeito dos fatos, poderia sem querer pensar muito indicar o recente recordista de bilheteria de todos os tempos no cinema nacional “Tropa de Elite 2”.

O filme retrata quase em tom de sátira o que acontece nos bastidores da polícia e da política de segurança pública, que nada mais é do que a política mais suja que existe no brasil. Um câncer que existe na sociedade, ocasionado pela instabilidade e desequilíbrio entre os poderes no brasil. Um modelo constitucional que originalmente deveria ser moderado por um quarto poder. Na constituição de 1825 havia a figura do imperador, vejam que o poder constituinte que motivou a carta promulgada, a constituição que por mais tempo e com maior eficácia governou o brasil, não pretendia em absoluto tornar o poder moderador um poder supremo ou hegemônico.

A lógica impediria um Imperador absolutista de separar seu poder absoluto apartando-o de si mesmo, não havia absolutismo político programado pelo constituinte original brasileiro, mas um modelo onde as cortes brasileiras pudessem se organizar discutir e negociar política.

O congresso brasileiro sempre representou uma luta de províncias para dominar a política imperial. Muitas vezes as próprias províncias se uniam a favor de outras províncias unidas. A política brasileira ainda é aquela familiar onde uns poucos governam um império muitas vezes a revelia do povo ou das outras forçar políticas/outros nobres.

No brasil há apenas um revezamento belicoso entre essas castas. Transições ordeiras e pacificas de poder são uma invenção da tradição constitucionalista de 88. Apesar disso já se formam as guildas partidárias tentando esbulhar o estado.

Quando o poder mudar de mãos novamente, o governante que for obrigado a ceder o poder terá muito menos afeto por seu sucessor que aquele  que fez a ultima transição de poder.

Enquanto isso os civis permanecem alheios em meio a guerra embrutecidos contra a carnificina e as desumanidades que cercam o seu dia a dia. Tal qual o homem medieval o homem contemporâneo se deslumbra muito pouco com a morte explícita, dá-se pouquíssimo ou nenhum valor à vida do próximo.

As falhas na estrutura de poder que foi projetada para ser equilibrada por um quarto começaram a mostrar sua falha estrutural quando o quarto poder deixou de existir como contra peso e força harmonizadora. Neste momento os poderes então a cada ciclo, aproximando-se ao ponto de o nosso atual executivo necessitar de maioria no congresso para governar e usar o próprio poder executivo para barganhar apoio político.

Este processo de aglutinação entre os poderes executivo e legislativo provoca uma aceleração no desequilíbrio. Desmontando completamente qualquer freio ou contra peso que pudesse ainda permanecer. Se o legislativo e o executivo se comunicam tão visceralmente como poderiam policiar a si mesmos. Formam uma amalgama de poder, deixando de fora da fórmula o poder de polícia.

O poder de polícia nunca deveria estar sujeito ao poder político, polícia e política deveriam ser palavras totalmente avessas. Nem as mesmas frases deveriam ocupar, por que poder de polícia é um poder que pertence ao povo em qualquer democracia. Nos EUA em muitos estados a polícia é independente, estando muito mais sujeita ao judiciário que ao executivo.

Como poderia haver qualquer isenção se a pessoa que ocupa uma posição hierárquica superior é uma agente político transitório e totalmente interessado em investigar tendenciosamente perseguindo aquele que contrariam seus interesses. Uma polícia subordinada à interesses abusivos teve origem histórica no Brasil bem antes do Brasil tornar-se reino unido a Portugal e Algarves em 1808, trezentos anos de dominação...

Dar independência administrativa a polícia judicial é um imperativo da Democracia no Brasil. Só assim se poderá balancear o estado para abrir caminho à reforma política  e cultural que eliminem o ranso colonial. Nem tudo na história da política brasileira é o que parece ser. Chato é quando as pessoas vêem na tela do cinema a história da sua sociedade retratada em uma estória cinematográfica e ainda assim acham que aquilo é uma mera ficção, pior apenas são aqueles que entendem o que aconteceu, são capazes até de sentir cheiro do sangue  e dos cadáveres e mesmo assim permanecem apáticos...

até quando filhos... até quando os meus filhos acordarem...

sábado, 23 de outubro de 2010

Pro Inferno a Globo e Gandhi de mãos dadas ! Viva Mangal !!!

Ontem estava zapeando infinitamente e minha busca foi bem sucedida.

Encontrei o filme The Rising " Ballad of Mangal Pandey" conta uma estória sobre o levante dos cipaios. Uma das primeiras guerras de independência da Índia. O filme é sensacional, principalmente para quem como eu gosta de estudar a história.

Estava um pouco embriagado e custei a entrar na real dimensão do filme, também não poderia ser de outro jeito.

A protagonista é simplesmente hipnotizante, BollyHood a despeito de tudo o que aconteceu em "Quem que ser um milionário" me surpreendeu positivamente quebrando qualquer pré-conceito.

Maldita seja Glória Perez e a Globo por produzir uma merda sem tamanho feito "O Caminho das índias". Mais uma vez estraga o imaginário popular sobre uma cultura. Isso por que eu já conhecia alguma coisa da cultura védica, graças a uma infância assistido SHURATO, que me despertou o interesse e me fez perseguir um pouco a cultura Indiana em meus estudos místicos. Minha época estudando teosofia e Madame Bavatzki graças a esse interesse.

Bem quem mais se interessar pode procurar pelo filme, inclusive no canal MegaPix que foi onde pude assistir. Fica ai a hipnotizante, anônima e totalmente divina... que eu nem mesmo sem o nome :D
Recomendo assistir embriagado !







sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Gentileza gera proibição !

A volta de Galego e cia

Queria agradecer a todos os amigos pelo incentivo, e por não me deixarem parar de escrever, sobre tudo a um grande amigo da faculdade Fernando Wang por cobrar diretamente que eu saísse desse meu bloqueio.

Na verdade eu tenho sido obrigado a dedicar mais do meu tempo nos estudos e como esse é um ano eleitoral eu tenho gastado muita da minha cota de escrita diária na comunidade de bairro no orkut, Ilha do Governador.

Apesar dos textos que tenho escrito serem totalmente diferentes dos que eu posto no blog, eles consomem meu tempo. Falta de disciplina talvez seja o meu maior defeito...

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Era sábado à tarde e Galego vagava pelas ruas da cidade, contemplativamente tentando entender o sentido intimo das coisas. Ela já tinha acendido um quando estava em casa e agora rodava a cidade em um coletivo...

Passando debaixo do viaduto que circunda a Rodoviária novo rio, olhou para os pilares tentando acompanhar os dizeres de um homem que muitos apelidaram de profeta, o profeta gentileza...

Galego começa a imaginar como e sob que efeito o profeta teria escrito na paredes daquela forma, o que o teria inspirado? Galego salta do ônibus e vai lendo as pilastras uma a uma até que de depara com um senhor, vestindo um macacão azul que retocava as pinturas e fumava um baseado...

Sem dizer nada o Sr. Oferece o baseado à Galego que da um trago e o devolve...

- Porra que merda, como é que pode um parada que é tão boa ser proibida cara, diz galego... Porra se me faz me sentir tão bem por que diabos é proibido não faz sentido pra mim, não é lógico!

- Ahahah Você quer mesmo saber garoto, - Diz o velho pintor – Tem tudo há ver com o que você acabou de dizer, não é lógico!

- Como assim não é lógico, porra explica logo o que você quer dizer...

- Tem certeza que você quer saber... Já viu Matrix? Manja de Psicologia Cognitiva?

- Ah porra seu velho doido, pintando muro e querendo bancar o sabixão psicologia cognitiva que merda é essa? E o que isso tem há ver com maconha?

- Não, na verdade tem muito pouco há ver, foi só uma viajem paralela que eu tive agora depois falamos disso... Ah sim merda proibição era isso que você queria saber então escuta:

POR QUE AS DROGAS SÃO PROIBIDAS AFINAL?? A PROIBIÇÃO É UMA FORMA DE REEQUILIBRAR A RELAÇÃO DESTE SETOR COM O RESTO DOS SETORES! É UMA FORMA DE RECONCILIAR ESTE EM UM MOMENTO DE PÓS RUPTURA... FIM DO POSSO DE VÁRIAS SOCIEDADES.

BOM É O QUE QUE FAZ BEM... RUIM É O QUE FAZ MAL ! PARA ENTENDER O TEXTO SEGUINTE É NECESSÁRIO QUE A PESSOA TENHA O MÍNIMO DE INTELIGÊNCIA ENTÃO SE TU NÃO ESTÁ ENTENDENDO É POR QUE TU NÃO TEM A MUSCULATURA CORRETA.

OK, ENTÃO AS DROGAS SÃO POIBIDAS ? E POR QUE ? É ÓBVIO QUE É POR QUE ELAS SÃO UM PRODUTO MUUUUUUITO BOM.UM PRODUTO TÃO BOM QUE SE NÃO FOSSE PROIBIDO ENGOLIRIA TODO O MERCADO.

NO PRINCIPIO ERA ASSIM, OU É ASSIM OU AINDA PODE VIR A SER QUEM SABE?

É SABIDO NO INICIO, NA CHAMADA ERA PRÉ RACIONAL, OU ERA MITOLÓGICA QUANDO O MODUS OPERANDI DA MENTE DA POPULAÇÃO ERA O PENSAMENTO SENSORIAL, NÃO RACIONAL, MITOLÓGICO POR ANALOGIA.

OS MESTRES DE CERIMÔNIA, OS SARCEDOTES E QUEM NÃO O É... TINHAM ACESSO E CONTROLE SOBRE O USO DE DROGAS AKA DAIME? QUE PODIAM SER USADAS APENAS SOB SUA RESPONSABILIDADE E AUTORIZAÇÃO.

ENTÃO O BARATO QUE NÃO ERA DROGA ERA INTRINSSICA = CONTEXTO SOCIAL ESTANDO HARMONIZADA COM A QUESTÃO DA RELIGIÃO = EXISTIR E AGIR GRAÇAS AO EFEITO DAS DROGAS CAPAZES DE ESTIMULAR ESSE CAMPO SENSORIAL DO QUAL O RACIOCÍNIO PRÉ RACIONAL ESTAVA INSERIDO.

ENTÃO HA A RUPTURA, SURGE O PENSAMENTO RACIONAL, O QUESTIONAMENTO, ADÃO E EVA SAEM DO PARAÍSO, E O CONHECIMENTO “DO BEM E DO MAL” AKA PENSAMENTO RACIONAL MORDE A MAÇÃ = MULHER PENSA PRIMEIRO QUE O HOMEM? = MULHER PENSA SENTIDO OS SENTE PENSANDO. E COM ELE O SER HUMANO PASSA A QUESTIONAR TUDO, A QUERER POR LÓGICA RACIONAL EM TUDO.

ERIS = DISCORDIA / RACIOCINIO ERISTICO = RACIOCINIO DA DISCORDIA / DICORDIA = EMOÇÃO / RACIOCINIO + EMOÇÃO = DISCORDIA = FALÁCIA = SOFISMA = SENSACIONALISMO ? POR QUE ? PARA QUE ?

LOGICA / LOGOS / CIENCIA = CONHECIMENTO - RACIOCINIO CADENCIADO SISTEMATICO / QUEBRA PRECONCEITO - PRECONCEITO QUEBRADO EXPERIMENTAÇÃO - RESULTADO FINAL ?

SÓ QUE ANTES QUE SE ENGLOBASSE O EFEITO FINAL DO USO DAS DROGAS NA LÓGICA DA SOCIEDADE, ESTA PERMITIU SEGUNDO SUA NOVA LÓGICA A PERMITIR QUE ESTA FOSSE CONSUMIDA. ENTÃO E AGORA VOLTAMOS AO INICIO.

AS DROGAS PROVARAM QUE NÃO PODERIAM DISPUTAR UM MERCADO COM AS OUTRAS COISAS DA VIDA, QUANDO COMEÇARAM A TOMAR TODOS OS ESPAÇOS DA ECONOMIA E DA VIDA DO HOMEM. A PRÓPRIA VIDA DO HOMEM ESTEVE AMEAÇADA E PRÓPRIA SOCIEDADE E ECONOMIA ESTAVAM AMEAÇADAS.

ENTÃO COMO É INTERESSE DA DROGA E DA SOCIEDADE CONTINUAR EXISTINDO UMA TINHA QUE DESTRUIR A OUTRA--- JUST CAN BE ONLY ONE--- MAS A DROGA ERA MUITO MAIS FORTE E NÃO PODERIA SER DESTRUÍDA SEM LEVAR TODO O RESTO CONSIGO.

UM PACTO FOI FORMADO ENTÃO, PARA RECONCILIAR A EXISTÊNCIA INTRÍNSECA DAS DROGAS NA SOCIEDADE COM OS OUTROS SETORES FUNDAMENTAIS, (VARIAS FORMAS DE REESCREVER ISSO SOB VÁRIOS NÍVEIS) INCLUSIVE DA VIDA OU DA ECONOMIA. DAS PESSOAS.

POR ISSO, PARA TRAZER EQUILÍBRIO A ECONOMIA, E AS NOSSAS VIDAS A DROGA TEM SEU USO E CONSUMO PROIBIDOS, POR QUE CASO SE ASSIM NÃO FOSSE NÃO FARÍAMOS OUTRA COISA A NÃO SER NOS DROGAR, POR QUE ISSO É BOM É CERTO E NOS FAZ BEM, MAS SE SÓ FIZÉSSEMOS ISSO, USAR DROGAS SERIA RUIM, ENTÃO PROIBIMOS PARA QUE POSSAMOS FAZER OUTRA COISA NA VIDA, HÁ NÃO SER NOS DROGAR.

PEM PEM PEM, o despertador acorda Galego... Ele tinha dormido no sofá vendo history chanel... Ta na hora de ir para o trabalho fingir que ninguém gosta de fumar...

quarta-feira, 23 de junho de 2010

O DIREITO AO "FODA-SE": Millor Fernandes

O nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional a quantidade de "foda-se!" que ela fala.
Existe algo mais libertário do que o conceito do "foda-se!"? O "foda-se!" aumenta minha auto-estima, me torna uma pessoa melhor. Reorganiza as coisas. Me liberta.

"Não quer sair comigo? Não? Então "foda-se!".
"Vai querer decidir essa merda sozinho(a) mesmo? Então "foda-se!"

O direito ao "foda-se!" deveria estar assegurado na Constituiçao Federal. Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para prover nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade nossos mais fortes e genuínos sentimentos.

É o povo fazendo sua língua. Como o Latim Vulgar, será esse Portugues Vulgar que vingará plenamente um dia. "Pra caralho", por exemplo. Qual expressão traduz melhor a idéia de muita quantidade do que "pra caralho"?

"Pra caralho" tende ao infinito, é quase uma expressão matemática. A Via-Láctea tem estrelas pra caralho, o Sol é quente "pra caralho", o universo é antigo pra caralho, eu gosto de cerveja "pra caralho",
entende?
No genero do "Pra caralho", mas, no caso, expressando a mais absoluta negaçao, está o famoso

 "Nem fodendo!"
O "Não, não e não!" é tampouco nada eficaz e já sem nenhuma credibilidade "Não, absolutamente não!" o substituem. O "Nem fodendo!" é irretorquível, e liquida o assunto. Te libera, com a consciencia tranqüila, para outras atividades de maior interesse
em sua vida.

Aquele filho pentelho de 17 anos te atormenta pedindo o carro pra ir surfar no litoral? Não perca tempo nem paciência. Solte logo um definitivo "Danielzinho, presta atençao, filho querido, NEM FODENDO!".

O impertinente se manca na hora e vai pro Shopping se encontrar com a turma numa boa e você fecha os olhos e volta a curtir o CD do Lupicínio.

Por sua vez, o "porra nenhuma!" atendeu tão plenamente as situações onde nosso ego exigia não só a definição de uma negação, mas também o justo
escárnio contra descarados blefes, que hoje é totalmente impossível imaginar que possamos viver sem ele em nosso cotidiano profissional.

Como comentar a gravata daquele chefe idiota senão com um "é PHD porra nenhuma!" ou "ele redigiu aquele relatório sozinho porra nenhuma!".

O "porra nenhuma", como vocês podem ver, nos provê sensações de incrível bem estar interior. É como se estivéssemos fazendo a tardia e justa denúncia pública de um canalha.

São dessa mesma gênese os clássicos "aspone", "chepone", "repone" e mais recentemente o "prepone" - presidente de porra nenhuma.

Há outros palavrões igualmente clássicos. Pense na sonoridade de um "Puta que pariu!", ou seu correlato "Pu-ta-que-o-pa-riu!!!", falados assim, cadenciadamente, sílaba por sílaba.

Diante de uma notícia irritante qualquer um "puta-que-o-pariu!" dito assim te coloca outra vez em seu eixo.
Seus neurônios tem o devido tempo e clima para se reorganizar e sacar a atitude que lhe permitirá dar um merecido troco ou o safar de maiores dores de cabeça.

E o que dizer de nosso famoso "vai tomar no cu!"? E sua maravilhosa e reforçadora derivação "vai tomar no olho do seu cu!".

Voce já imaginou o bem que alguém faz a si próprio e aos seus quando, passado o limite do suportável, se dirige ao canalha de seu interlocutor e solta:

"Chega! Vai tomar no olho do seu cu!".

Pronto, voce retomou as rédeas de sua vida, sua auto-estima. Desabotoe a camisa e saia na rua, vento batendo na face, olhar firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado amor-íntimo
nos lábios.

E seria tremendamente injusto não registrar aqui a expressão de maior poder de definição do Portugues Vulgar: "Fodeu!". E sua derivação mais avassaladora ainda: "Fodeu de vez!". Você conhece definição mais exata, pungente e arrasadora para uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora complicação?

Expressão, inclusive, que uma vez proferida insere seu autor em todo um providencial contexto interior de alerta e auto-defesa.

 Algo assim como quando você está dirigindo bêbado, sem documentos do carro e sem carteira de habilitação e ouve uma sirene de polícia atrás de você mandando você parar:

O que você fala? "Fodeu de vez!".

Liberdade, igualdade, fraternidade e foda-se!!!
Millor Fernandes

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Ave Cezar !!!

PREFÁCIO DO AUTOR.

Esse texto surgiu no meio de um projeto de RPG por email, onde eu e um narrador deveríamos trocar mensagens diariamente, mas eu acabei atropelando tudo e sai escrevendo como um louco. Peço desculpas as senhoras que eventualmente vierem a ler este texto, já que ele contém um trecho de narrativa erótica.

Apesar disso foi exatamente no tipo de literatura que as Sras. e donas de casa gostam que eu busquei inspiração. Emanuelle, Sabrina e tantas outras estão ai entulhando os sebos para comprovar o que digo, As aventuras de Cezar são uma narrativa paralela e ele habita o mesmo universo que o Galego, KID, Pinto e os outros.

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O Rio de janeiro, como qualquer grande cidade esconde muitas estórias gente anônima, que sem mais nem menos acaba de repente saindo daquele marasmo e indo de encontro a grandes feitos ou a destruição completa... Os tele jornais nunca alcançam o peso de seus feitos nem de suas conquistas nem de suas desgraças. Esse é o começo da estória de Cezar, analista financeiro de uma grande corretora do mercado de ações. Um homem de meia idade, estressado como todos nós...

O almoço é sempre uma das melhores horas do dia. É aquele momento em que você simplesmente decide esquecer os problemas e se concentra em comer algo que gosta.

Andando pelas ruas Cezar tenta se decidir onde almoçar. O calor torna-se um convite para a praia, na juventude Cezar inventaria qualquer desculpa no trabalho para fugir do expediente e ir pegar uma onda, mas agora com o dinheiro de tanta gente passando por suas mãos ele se contenta com um sorvete. Então como que atraido magnéticamente observa uma linda advogada lambendo insinuantemente uma casquinha do McDonalds, para em seguida enfiar a sobremesa por completo dentro da boca, sem perceber que está sendo observada pelos olhos famintos de Cezar...
No centro da cidade as pessoas “sem rosto” passam sem parar ao seu lado, e você chega a ignorar completamente a existência delas enquanto pessoas elas são apenas trânsito, caminhar no centro é uma mistura de barulhos, poluições visuais e sonoras, misturadas com receio de trombadinhas e procura de belas bundas.

O Mcdonalds novamente chama a atenção, mas Cezar resiste bravamente e continua a caminhar. Após alguns minutos chega à um restaurante, pequeno, mas bem arrumado, de qualquer modo, não está em seus planos gastar muito dinheiro almoçando hoje.

E a fome aperta, enquanto isso Cezar passa pela recepcionista que lhe entrega uma comanda. Esse restaurante a quilo tem um ótimo custo beneficio é o que ele pensa. Doze Reais o quilo é quase uma pechincha quando se fala em comer no centro da cidade.

Ele olha ao redor e vê as mesas cheias de gente, grupinhos bem organizados em torno dessa necessidade básica humana que é comer. E pensa o que tem demais nisso que perda de tempo sair pra comer com pessoas com que não se tem a menor afinidade. Com as quais a única coisa de comum é o fato de trabalharem na mesma empresa.

E enquanto se serve, pensa nas necessidades básicas do homem, de como as pessoas gostam de socializar enquanto comem e tem vergonha de sequer mencionar o fato de defecarem. E ri sozinho ao pensar na quantidade de pessoas se organizando para promover sopões e restaurantes populares onde os mendigos comem por um real. Qualquer chefe de família serve um prato de comida a um mendigo mas raros são os que permitem que um morador de rua use um sanitário, ainda que seja um sanitário público como o de um bar.

Ele faz seu prato e o pesa, exatamente oito reais, a funcionária da balança diz que ele foi premiado, já que seu prato ficou com um peso redondo. E ele pergunta com ar de quem imagina que premio grandioso seria esse. A mulher lhe diz então que ele não pagará o almoço como premio. Cezar acha isso ridículo... Mas no fim é um dinheiro a menos que se gasta.

No dia seguinte começa a perceber que tem um estranho talento, consegue apenas olhando saber o peso de tudo o que esta nas bandejas do restaurante. E também consegue calcular quase que instantaneamente a soma de todos os pesos. Cezar então serve a mesma quantidade de comida, marcando novamente oito reais na balança. E mais uma vez é premiado. A operação se repete ao longo da semana até que na quinta feira o gerente já lhe espera na bandeja e quando ele pesa sua comida esperando pela promoção o gerente lhe diz que ela fora encerrada.

Pra ele tudo bem mesmo, só queria saber até onde iria aquela merda de promoção. Tinha economizado uma graninha com almoço nessa semana e não sabia muito bem o que fazer com ela. Cezar era assim, um homem metódico que calcula cada grama em um prato de comida. Capaz de criar um orçamento mensal e cumprir a risca tudo o que planejou, ele planejava até mesmo a diversão. Planejava até mesmo quantas cervejas e quantos cigarros iria fumar. Não é que ele fosse pão duro, ele só queria que as coisas estivessem no controle.

Depois do almoço ele caminha pela avenida Rio Branco, e o trânsito de pessoas na calçada é mais irritante que os carros a buzinar. Se ao menos esse povo fosse organizado, uma fila indo uma voltando e um acostamento para os idosos e gestantes. Seria simples assim. Mais ai surge os obstáculos, pessoas que andam de mãos dadas, pessoas que param pra olhar vitrine, pessoas lentas, pessoas que ficam moscando na frente de bancas de jornal, e principalmente os irritantes e panfleteiros.

A coisa mais irritante no centro da cidade pode parecer os mendigos, ou a poluição ou qualquer outra coisa. Mas quem vive no centro sabe que nada é pior do que a porra dos panfleteiros. No começo quando Cezar estava nos primeiros meses nesse emprego ele até pegava os papeizinhos. Pensava que estava ajudando uma pessoa a se manter em um emprego e que por pior que fosse era melhor do que roubar era melhor do que pedir. Mas com um panfleteiro tentando te empurrar goela abaixo a cada esquina um papelzinho.

Era:

COMPRO OURO, DINHEIRO RAPIDO, DINHEIRO JÁ, COMPRO SEU CARRO.

Agora depois de seis meses de centro da cidade, Cezar já nem olhava para a porra dos panfleteiros para ele, eram apenas obstáculos a serem superados. Como pessoas que tentavam te impedir de chegar ao seu destino. Sua raiva crescia ainda mais ao pensar que esses panfleteiros estragavam qualquer calculo de tempo estimado pra se chegar a algum lugar. E ele se via forçado a apertar o passo toda vez que um desses se interpunha em seu caminho. Se via obrigado a estabelecer Check points pra saber se estava atrasado. E dia a dia sua neoróse crescia. Dia a dia sua cabeça parecia como em uma panela de pressão ambulante e ligeiramente calva.

Mas essa era uma quinta-feira diferente, Cezar estava de bom humor, não que isso afetasse o seu comportamento rotineiro ele apenas estava pensando em como gastaria seus quarenta e oito reais acumulados no almoço. Foi então que como um passe de mágica ele aceita o panfleto e nele está escrito Relax total... Por apenas 30 reais... Ambiente discreto e social...

Era exatamente do que Cezar precisava, ele então vai ao edifício Av Central. Bem em frente ao prédio que trabalha, Sobe pelo elevador normalmente chegando a uma recepção. E uma jovem bastante atraente vestida elegantemente com um Taier cinza escuro lhe entrega uma chave e um roupão. Ele pensa:

- Essa casa de massagem é bem organizada.

Cezar realmente imaginava tratar-se de uma casa de massagem, não um prostíbulo como pode perceber logo em seguida ao entrar no ambiente principal, ele não era afeto a esse tipo de ambiente sendo vítima de todo o pré-conceito divulgado pela mídia e pelas carolas de plantão.

O ambiente é bastante aconchegante e discreto, Cezar olha ao seu redor e vê homens distintos apenas aproveitando o momento para sair um pouco daquela loucura que é o mundo corporativo. E tudo isso naquela hora mágica, àquela hora em que o trânsito impede todo o mundo de voltar pra casa e dar continuidade à loucura que é a vida adulta.

Cezar ainda estava nesse embalo, ainda se comportava como se devesse satisfações á alguém, a voz de sua ex-mulher parecia ainda ecoar nos ouvidos dele e se estressava com o trânsito na volta para casa, mesmo não tendo ninguém mais a sua espera.

Tudo isso passou pela sua cabeça quando ele vestiu o roupão, tudo isso veio à tona em sua mente enquanto se servia de bom whisky doze anos...Aquele era um mundo paralelo ao seu, um lugar que sempre estivera ali. E ele passava dia após dia bem em frente sem se dar conta disso.

Ele olha ao seu redor e repara em um grupo de amigos que aparentemente está bem à vontade neste ambiente todos se comportando naturalmente como se estivessem em um pátio de faculdade conversando com suas amigas, dentre os membros desse grupo Cezar reconhece um colega de trabalho chamado KID. Eles se cumprimentam de longe, por que Cezar não está mesmo muito á vontade para socializar.

As meninas da casa começam a circular em maior número e o show está para começar...

As stripers se revezam e Cezar custa a acreditar no que seus olhos estão vendo, ele acha que já viu aquela gostosa em algum lugar só não consegue se lembrar de onde e quando. Ela tem cabelos castanhos escuros e encaracolados, olhos verdes como esmeraldas. Uma bundinha linda e arrebitada durinha como se fosse feita de puro músculo sem uma virgula que seja fora do lugar, a barriga bem sequinha quase definindo os músculos abdominais, as pernas bem torneadas não muito malhadas de academia mas com aquele tônus típico da adolescência, os peitos do tamanho de pêras com os bicos bem rosados e pequenos como os de uma menina, a pele branca mas bem bronzeada dando mostra de sua cor original apenas nas marcas que o biquíni deixou naquele corpo perfeito...

E de repente quando Cezar olha nos olhos da Deusa um nome lhe vem à cabeça... Michele!

Faziam mais de dois anos que não via Michele, a ultima vez havia sido no aniversário de 15 anos da filha Patrícia. Cezar tem a data de cor já que foi nessa semana que ele e a mãe de Patrícia se separaram e ele perdeu o contato diário com a filha e sua rotina.

Cezar observa como um predador a adolescente se oferecendo aos clientes ela flerta com todos, mas não sobe com nenhum. Até o momento que ela sobe no palco e começa a dançar. Agora está vestida com um roupão e outras peças de roupa que vai tirando pouco a pouco no rítimo de uma dessas músicas lentas francesas que só servem pra isso mesmo.

E fica de pau duro, muito duro... Nem se lembra da ultima vez em que esteve com o pau tão duro sem precisar da ajuda de um viagra. Não é que ele fosse impotente nem nada, mas a idéia de probabilidade de falhar na hora H era inaceitável. Ele assiste ao Show como um cão faminto olha um frango assado na padaria.

E ela lentamente exibe aquelas pernas lindas, bem torneadas e bronzeadas. E vai dançando provocante e impertinente como só as adolescentes são e mostra a barriga sequinha sem uma gordurinha sobrando, e vai deslizando a mão pelo corpo e é quase como se a platéia pudesse sentir a textura daquela pele de pêssego... A boca carnuda como as das atrizes da Hollywood... E novamente aquela bunda... Perfeita sem nada que mostrasse a fraqueza e a podridão humana.

Quem poderia imaginar que aquele cuzinho tivesse uma atribuição tão pouco nobre como a de liberar os dejetos humanos... Não, com ela não... Não aquela Deusa ela com certeza nem devia precisar comer para existir...

O show continua e Michele agora dança sobre uma cadeira que está sobre o palco e ela tira um dos rapazes que está com KID na mesa ao lado para participar de seu pequeno e ousado show. Enquanto ele se senta na cadeira ela provoca o rapaz ao máximo até que ele não se segura e a agarra em cima do palco.

Michele sorri com aquele jeito de moleca que só ela tem e se solta deixando o rapaz em maus lençóis em cima do palco sozinho. O show acaba e o movimento no clube continua. Os homens estão ansiosos para que Michele venha para o salão, muitos deles comentam que pagariam o que fosse para estar com ela, para ser o primeiro da noite... Mas quando ela sai para o salão a primeira pessoa que vê é Cezar que também a aguarda ansiosamente. No entanto Michele tem uma reação inesperada quando da de cara com o conhecido...

Ela corre para o camarim e lá ninguém pode segui-la há não ser as duas outras meninas que vão ver o que está acontecendo. O tempo passa e Cezar não consegue tirar Michele da cabeça sua ereção ainda não diminuirá nem um pouco até que uma outra gostosa se aproxima dele.

Uma ruiva natural de olhos verdes brilhantes e hipnóticos. Usando um biquíni preto que realça a cor espetacular de sua pele branca e sardenta, com porte de mulher cerca de um metro e setenta de altura corpo forte e malhado, estilo falsa magra, daquelas que se fóde com força sem medo de machucar...Tinha um piercing no umbigo que cintilava à luz estroboscópica da Boite, na calcinha preta havia a figura de um gatinho.

O andar dela era seguro e vinha andando na direção de Cezar com um sorriso malicioso no rosto e rebolando perigosamente os quadris. E diz:

-Posso me sentar querido?

Cezar acena com a cabeça positivamente e a ruiva se senta e pergunta:

- Como é seu nome? Eu nunca te vi por aqui antes?

Cezar meio que instintivamente responde sem dar muita atenção á gostosa que está falando com ele:

- Meu nome é Cezar, com z mesmo... Ele toma um gole de whisky e agora encara a ruiva que lhe abre um sorriso receptivo responde:

- Oi o meu nome é Estella, com dois “l” mesmo, o que você está bebendo?

Ela puxa conversa, mas ele não consegue parar de pensar em Michele, enquanto ele e Estella conversam, Cezar mal pode se concentrar no que diz, Estella vai até o bar buscar uma bebida e Cezar pode observar seu caminhar ao longe e a forma como os homens no trajeto a cobiçam e tentam subir com ela, mas ela retorna à mesa e começa a rebolar e a dançar no colo de Cezar que passa a prestar mais atenção nela afinal ela é uma mulher muito interessante também. E Cezar diz:

- A conversa aqui ta muito boa, mas melhor seria se nós estivéssemos no quarto... Vamos?

Eles passam no caixa e a comanda de Cezar fica mais pesada, mas ele quer mesmo é que se foda nesse mundo novo ele não precisa controlar tudo... É melhor deixar rolar...

Logo que entram no quarto, ele não perde muito tempo com conversa fiada, puxa Estella pelo cabelo e a joga de bruços na cama redonda.

Espantada ela pede calma, mas ele ignora, já estava de pau duro desde que eles subiram e essa era a mesma ereção que ele tivera ao observar a dança de Michele. Estella pede pra ele botar uma camisinha, mas Cezar ignora a exigência da ruiva.

Ele joga seu corpo sobre o de Estella e ela que tentava se levantar é surpreendida pelo vigor dele. Cezar vestia um terno azul escuro que disfarçava totalmente seu físico bem preparado. Extenuantemente trabalhado ja que ele cumpria fanaticamente uma rotina de exercícios além de manter a alimentação precisa como uma balança.

O rosto de Estella agora já não tem mais aquela auto-confiança típica das prostitutas, agora ela está com medo pela atitude agressiva deste cliente. Ainda de costas ela consegue por os pés no chão para se levantar. E é nesse momento que Cezar a agarra com força pela cintura e a puxa para junto de seu corpo, ela treme quando sente o pau de Cezar fazendo pressão sobre o seu cu. Então como uma menina indefesa ela suplica:

- Assim não, por favor... Ai não...

Cezar diz - Cala essa boca, porra! Quem sabe sou eu!

Mas Cezar não quer machucá-la, só está excitado por estar no comando. Ele não quer dar uma trepada comum, não naquela noite. Ele força o joelho direito entre as pernas da ruiva e mete o braço por entre suas pernas o suficiente para alcançar aquele piercing brilhante que ela exibe no umbigo. Ele vem passando a mão naquela barriga sarada até que chega ao púbis e com um movimento brusco arranca a parte de baixo do biquíni de Estella.

Agora ele pode ver o bucetinha dela, totalmente depilada, Cezar passa a mão naquela coisa linda e percebe que ela já está toda molhada, ele a puxa pelos cabelos e fazendo com que ela se envergue toda para trás até conseguir por a boca em sua orelha esquerda e então diz:

- Tá, gostando né safada... Vem cá que eu vou te mostrar quem é que manda nessa porra!

Puxando-a pelos cabelos e empurrando seus quadris contra o sofá do quarto ele á domina para então com o joelho direito afastar as pernas da ruiva que nesse momento solta um gemido agudo de dor e prazer... Com a mão direita ele pega seu pau, que está anormalmente grande e ereto, e força a cabeça na entrada da buceta de Estella que trinca os dentes como que se preparando para o pior...

A cabeça vermelha e estufada entra no começo da xota surpreendentemente apertada de Estella para em seguida com uma estocada forte e impiedosa abrir caminho por aquelas entranhas quentes e úmidas, que se contraem em espasmos cadenciadas para acomodar a pica de Cezar. E ele consegue sentir aquela xota toda por dentro. Nesse momento Estella solta um grito de dor quase chorando de prazer...

E ele continua estocando ela por trás. Com cada vez mais força, sem soltar os cabelos de Estella.

As estocadas vão ficando mais fortes e rápidas e ele sente que esta quase quebrando algum osso da menina, Mas ela gosta e parece estar gozando várias vezes. Quando ele diminui um pouco para recuperar o fôlego ela pede de mansinho.

- Não para não paizinho... Mais eu quero mais, por favor...

E quando escuta isso ele se excita ainda mais até que acaba gozando dentro dela...

Cezar agora está relaxado e decide ir tomar um banho, aparentemente Estella está muito cansada e se joga de bruços em cima da cama. Ele toma um banho quente e quando sai do chuveiro lá está Estella o esperando. Ela o ajuda vestir-se e os dois descem... Cezar está com fome e pergunta a ela se quer ir comer uma pizza ou qualquer coisa lá fora.

Ela faz uma cara de espanto porque não esperava que ele a fosse convidar pra sair, mas aceita. Cezar paga o programa e a conta no caixa com seu cartão e os dois passam pela porta de saída juntos.

Vão a um restaurante, onde Cezar pretende fazer algumas perguntas sobre Michele sem demonstrar muito interesse. O caminho do puteiro ao restaurante é bem rápido, já que o restaurante se fica no segundo andar do mesmo prédio, restaurante esse, indicado por Estella.

O restaurante mais parece um bar onde executivos como Cezar e KID vão passar o Happy Hour, mas na verdade essa hora já passou faz algum tempo, são quase onze da noite e alguns fregueses ainda estão no local assistindo a um jogo sem muita importância na TV de plasma do bar.

Estella escolhe uma mesa de canto, que não pode ser vista da entrada do bar, as roupas de Estella ao contrário do que é de se esperar não chamam a atenção do público para sua profissão também nem precisam porque com o corpo e a aparência que a ruiva tem os homens já caem a seus pés sem que ela precise fazer muito esforço.

Sem que os dois tivessem pedido nada, uma garçonete deixa dois copos cheios de chopp e um cardápio na mesa:

-Oi Estella - Cumprimenta a garçonete.

Estella responde o cumprimento e Cezar observa a garçonete saindo de perto do local sem nem mesmo olhar para ele.

O calor e o ambiente fechado com luminosidade amarela aumentam a sensação térmica, o calor que faz hoje, mesmo à noite, é extremamente incômodo e cada vez incomoda mais.

Irritado pelo desconforto Cezar quase se assusta quando ela vira, olha em seus olhos e diz:

-Então, vai pedir uma pizza e perguntar por Bianca ou prefere inverter a ordem?

Cezar diz:

- Muito bem menina pelo visto você já se recompôs... E pelo jeito que está falando, você se sente bastante confortável nesse ambiente. O jeito de a garçonete te cumprimentar e o fato de ela trazer os chopps antes de eu pedir qualquer coisa. Insinuam uma habitualidade o que me faria sentir só mais um cliente que te traz a um lugar legal pra conversar e comer alguma coisa.
Outra possibilidade é que os chopps e essa sua arrogância sejam naturais, parte de um comportamento instintivo pra me fazer sentir que não tenho o controle da situação... Ou ainda que tudo isso que eu disse não faça o menor sentido, o que me decepcionaria e me faria achar que você não tem o talento que eu preciso...

Alias, constatar o óbvio é fácil é claro que eu quero saber sobre a Bianca ou qualquer que seja o nome dela... Isso provavelmente deve ser o que a maioria dos caras la dentro esta se perguntando... A não ser que tenha sido ela mesma que pediu pra você vir falar comigo. Nesse caso... Eu não preciso de você pra chegar nela... E ela nem tem que se preocupar comigo...

Mas e ai vai querer de calabresa?

Estella abre um sorriso enquanto Cezar discursa parecendo apreciar a sagacidade desse cliente, aparentemente ele é diferente dos outros, pensa ela, e responde:

-Se você acha que não precisa de mim para chegar nela, então acho que nem precisamos ter essa conversa, não? Ah sim, calabresa é uma boa pedida, quero com bastante cebola.

- Cezar ri e continua: - Não para chegar até a Bianca eu não preciso da sua ajuda, mas talvez eu e você possamos fazer algum dinheiro juntos, se você tiver o talento que eu espero...

Os dois passam o resto da noite conversando e se conhecendo melhor, saem dali para um clube noturno caríssimo na Barra da Tijuca e no fim da noite Cezar e Estella se despedem com um beijo lascivo e Cezar diz:

- Espero você amanha no meu escritório para acertamos os trabalho especial que eu tenho em mente para você...

E Estella responde: - Acho bom você falar logo do que se trata pra eu não perder minha viajem...

- Ahahaah Fica fria ruiva, amanhã você fica sabendo de tudo, o almoço é por minha conta, prometo que você não vai ser arrepender e se tudo der certo você vai sair dessa com muito mais dinheiro do que imagina...